Mostrando postagens com marcador Poema. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poema. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Solidão


Minh’alma chora, grita, esperneia.
Suspiros profundos entrecortados.
Com soluço.
Como pode, Solidão?
Odeio você!

As horas se arrastam os pensamentos voam
E surgem os versos
Para compor este poema.
Seco, sincero, triste.

Como pode?
Dentro, um amor incessante.
Uma chama ardente.
Fora, olhar penetrante
No nada.

Como pode, solidão?
Odeio você!

domingo, 24 de junho de 2012

Quanto custa um sorriso?


Esboçar movimento muscular.
Uma maneira simples de Expressar
um sentimento bom. Hô, trem bão:
sorrir! 

Não é trabalhoso. Simples assim.
Porque não? Porque sim?
Exige esforço? Claro que não,
Mas caro é sim. De graça não é.

Motivos devem existir.
Eles caem do Céu?
Às vezes, não. Às vezes, sim.
Mas à toa, não. Por mérito, sim.

Não é fácil não... sorrir. 
Sorrir de verdade, 
de felicidade. Com todo o corpo.
É preciso esforço:

Correr, correr, correr
em busca de uma razão para sentir.
Esperar? Atenção: No pain, no gain.